Nina...
Escrever sobre um amigo
é das tarefas mais árduas!
Amigos se escrevem por si prórprios...
Se não escrevem, é porque não são sentimento!
A menina que um dia vi,
cujos mistérios hei de contar aqui,
resume-se em verde, sorrisos e indecisão...
Misture Beatles, Rubem Alves, cabeça de vento
e terás uma uma Nina, pro teu contetamento!
Certa vez pensei em dizê-la,
para tanto, abri a "jânéla"
(que só quem fecha é ela!)
Janela do ângulo, do nexo, sem contexto, enfim...
Quem é a Marina pra mim?
Ter uma só minha,
quem dera!
Ninguém no mundo consegue viver sem!
Parece-me tão forte, tão ela...
tão pequenina é também!
Como é que pode, Deus do céu,
existir na Terra um só exemplar
de tão doce e paradoxal criaturinha
que a Lua vive a contemplar?!
E cá estou a recordar seus olhinhos...
Duas pérolas negras no bege do rosto.
Faz-me sorrir imaginá-los apertadinhos
se de chocolate a menina sentir o gosto!
E por mais que nesses versos eu tenha dito,
que muitas vezes ainda eu possa dizer:
Nos teus olhos negros, Nininha,
encontro a paz, amizade, carinho,
e nada nem ninguém define você!!!
Mariana Del-Vecchio.
Então. Esse poema a Nana fez pra mim... Não ia postar ele não, queria guardar (ciumenta e possessiva, eu? Imagina!), mas acho que ia ser um tremendo egoísmo não compartilhar essa coisa linda com vocês. E também a Cinthia pediu pra postar, mas eu não tinha nada de interessante aqui...
A Nana é poeta (poetisa? Dizem que não se usa mais esse termo. =P), escreve cada coisa! Algum dia vocês ainda vão ouvir falar dela... ;)